quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

anima


sem ânimo
sem anima
sem alma...

Um comentário:

  1. Anima, levanta-te menina. És perfeita em que se propôs ser. Se feliz minha eterna pequena. Tua saudade que te corrói é a mesma que me amordaça, me faz triste e calado.
    Fostes trazer à tona algo que não precisava, que não devia e que me encheu de uma dor tão profunda quanto uma lâmina incandescente a cortar meu peito já ferido.
    Exibiste com um troféu um momento que não era para ter existido e assim mesmo, independente de orientações e ordens, existiu.
    A imagem, mais que mil palavras. E naquele momento onde a luz perpetuou com sua força única o momento estava feliz, senão, não a teria exibido.
    Naquele momento foi Alice, enquanto já não era mais. Ainda assim, relevei. Tentei com todas minhas forças apagar o que não tinha visto. E, mesmo assim, toda história que me contou, sobre o ocorrido, minimizada.
    Contudo, com a visão do fato, me dei conta do que realmente aconteceu. Venceu a oitava casa sobre a minha e naquele momento eternizada e guardada em segredo.
    Sim, me fez muito mal ver aquilo. Mais do que imagina, mais do que podes mensurar.
    Esquecer. Quem sabe um dia. Perdoar. Já havia feito. Só estou limpando ferimentos e cuidando das minhas cicatrizes, que certamente ficarão como marcas de uma lembrança.
    Por outro lado, tantos outros bons momentos minimizam minha dor. E sei que foi minha um dia de coração, corpo e alma, como também fui teu.

    ResponderExcluir

banksy

Slideshow image